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Curriculo Lattes

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 Informações e Fotos da Defesa

ANA CRISTINA MURTA DOVALES
Nomes em citações bibliográficas: Dovales, A. C. M.; Murta-Dovales, A. C.; Murta, A. C. M.; DOVALES, ANA C M

Status: TITULADO - Turma: 2012-1
Data: 09/12/2016

Área de Concentração: Física Médica
Orientadora: LENE HOLANDA SADLER VEIGA (IRD/CNEN)
Co-orientador: LUIZ ANTONIO RIBEIRO DA ROSA (IRD/CNEN)

Tese: AVALIAÇÃO DO PADRÃO E TENDÊNCIA DE USO DE EXAMES DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM NO BRASIL COM ÊNFASE EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA PEDIÁTRICA

Revisor da Tese: Pedro Pacheco de Queiroz Filho (IRD/CNEN)

Banca Examinadora: Lene Holanda Sadler Veiga (IRD/CNEN) - Claudia Lucia de Pinho Maurício (IRD/CNEN) - João Emílio Peixoto - (INCa) - Lucía Viviana Canevaro  (IRD/CNEN) - Paulo Roberto Valle Bahia (HU-UFRJ/CEDI) - Renato Di Prinzio (CGMI/CNEN)

Resumo: Em países em desenvolvimento há pouca informação sobre o uso de procedimentos de diagnóstico por imagem e as doses associadas aos exames que envolvem exposição à radiação ionizante. Nesse trabalho se avaliou o padrão e a tendência de uso de procedimentos de diagnóstico por imagem em pacientes ambulatoriais do Sistema Único de Saúde (SUS) por modalidade e parte do corpo examinada. Foi dada ênfase a exames de tomografia computadorizada (TC), para os quais a análise se estendeu ao setor privado de saúde e incluiu a avaliação da distribuição dos exames por idade do paciente e a estimativa das doses em crianças e adultos jovens. Informações sobre o uso de procedimentos de diagnóstico por imagem em pacientes ambulatoriais do SUS foram obtidas do Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA) do Departamento de Informática do SUS (DATASUS). Dados sobre o uso de TC no setor privado foram extraídos dos Sistemas de Informações Radiológicas (RIS) de 25 serviços privados de radiologia em 8 cidades no Brasil. As doses efetivas e as doses absorvidas em órgãos de interesse foram estimadas individualmente para 4.497 pacientes com menos de 20 anos de idade usando parâmetros técnicos dos exames de TC e simulações por Monte Carlo do transporte da radiação. Observou-se que entre 2002 e 2012 a radiologia convencional foi a modalidade mais frequente de diagnóstico por imagem em pacientes ambulatoriais do SUS, mas modalidades mais sofisticadas, como TC e ressonância magnética nuclear, apresentaram o maior crescimento ao longo do período de estudo. O exame de TC mais frequente em pacientes ambulatoriais do SUS entre 2001 e 2011 foi o de cabeça/pescoço, mas os exames de abdome/pelve foram os que mais cresceram. Pacientes com até 20 anos de idade fizeram cerca de 13% e 9% dos exames de TC realizados entre 2008 e 2014 nos sistemas público e privado de saúde, respectivamente. Cerca de um terço dos pacientes do setor privado fez mais de um exame de TC nesse período. Observou-se grande variação nas doses, inclusive para o mesmo tipo de procedimento em pacientes da mesma faixa etária. A maior dose efetiva média estimada foi de 13,5 mSv para TC de abdomen/pelve em crianças com menos de um ano de idade. As doses absorvidas mais altas foram estimadas para o cérebro após TC da cabeça/pescoço (23,8 a 29,0 mGy), que foi o tipo de TC mais comum em crianças e adultos jovens no período estudado.  O intenso crescimento, a magnitude das doses estimadas e a grande proporção de exames de TC pediátricos no Brasil apontam para a necessidade de iniciativas para promover a adequada justificação e otimização desses exames no Brasil.


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ANA LUIZA SILVA LIMA KUBO
Nomes em citações bibliográficas: LIMA, A. L. S.; KUBO, A.L.S.L; Ana Luiza S. L. Kubo; A.L.S. Kubo; Ana Luiza S. Lima; Silva Lima, A.L.

Status: TITULADO - Turma: 2012-1
Data: 05/12/2016

Área de Concentração: BIOFÍSICA DAS RADIAÇÕES
Orientadora: CLAUDIA LÚCIA DE PINHO MAURÍCIO

Tese: AVALIAÇÃO CRÍTICA DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL EXTERNA NOS SERVIÇOS DE MEDICINA NUCLEAR DO BRASIL

Revisor da Tese: Dr. Bernardo Maranhão Dantas (IRD/CNEN)

Banca Examinadora: Claudia Lucia de Pinho Mauricio (IRD/CNEN) - a Letícia Almeida Dantas (IRD/CNEN) - Dr. Claudio Tinoco Mesquita (UFF) - Dr. Denison de Souza Santos (IRD/CNEN) - Dra. Lídia Vasconcellos de Sá (IRD/CNEN) - Dr. Marcus Alexandre Vallim de Alencar (IRD/CNEN)

Resumo: Atualmente, no Brasil (2016), funcionam 421 Serviços de Medicina Nuclear (SMN). Em medicina nuclear, existe a possibilidade de exposição ocupacional interna e a externa é inevitável. A monitoração individual de tórax, para estimativa de dose efetiva é obrigatória, mas a monitoração de extremidades nem sempre é feita. O objetivo deste estudo foi realizar um levantamento dos dados da exposição externa dos profissionais de SMN do Brasil, entre 1987 e 2010, analisando-os em termos de tendências e comparando-os com medições realizadas neste trabalho e em outros países. Apesar da maioria dos SMN ainda estar localizada nos grandes centros urbanos (54% na região Sudeste), não existe estado algum sem SMN. O número crescente de SMN gerou a necessidade de mais profissionais. No ano de 1987, eram 755 profissionais e, em 2010, 4134, com a seguinte distribuição de funções: 29% de Técnicos de Medicina Nuclear (TMN), 23% de profissionais de Enfermagem, 29% de Médicos e 3% de Físicos. A dose efetiva média anual chegou a ultrapassar 3,0 mSv, em algumas regiões do país, de 1987 a 2010, mas tende a 1,0 mSv em 2010. As maiores doses, como esperado, são recebidas por TMN e Enfermagem. Os profissionais que manipulam radiofármacos têm as mãos muito mais expostas do que o tórax. Em 2010, apenas 31% dos TMN e 16% da Enfermagem utilizavam dosímetros de extremidade além do de tórax. Os dados das medições indicam que nem todos os dosímetros individuais são usados corretamente. Em geral, tanto nas medições realizadas, quanto nos registros nacionais, as doses de mão foram maiores para os profissionais que preparavam o radiofármaco (TMN) do que para os que injetavam (Enfermagem). O valor de dose medido por dosímetros de tórax pode ser usado como estimativa da dose equivalente de cristalino, com exceção do caso de TMN na prática de preparação em SMN convencionais, onde a dose equivalente de cristalino é cerca de 2 vezes maior do que a dose de tórax. As partes mais expostas das mãos são as pontas dos dedos indicador e médio da mão não dominante para os profissionais que realizam preparação do radiofármaco e o dedo indicador da mão dominante para os que realizam injeção em SMN convencional e os que fazem fracionamento e injeção, no caso de Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET). Medições com anéis dosimétricos estimam melhor a dose equivalente de extremidade do que pulseiras, que podem subestimar a dose equivalente de mão por um fator entre 10 e 20. Diferentemente da dose efetiva, a possibilidade de um valor de dose equivalente de extremidade ocupacional ultrapassar o limite anual é real. A habilidade do operador e a utilização de blindagem parecem ser mais importantes para a magnitude da dose do que a técnica de fracionamento empregada, que é determinante para a distribuição da dose nas mãos.


Curriculo Lattes COSME NORIVAL MELLO DA SILVA 
Status: TRANCADO - Turma: 2012-1

Área de Concentração: METROLOGIA
Orientador: PEDRO PACHECO DE QUEIROZ FILHO

Curriculo Lattes

ELDER MAGALHÃES DE SOUZA
Status: ATIVO - Turma: 2012-1

Área de Concentração: RADIOECOLOGIA
Orientadora: ELAINE RUA RODRIGUES ROCHEDO


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FERNANDO CARLOS ARAUJO RIBEIRO
Nomes em citações bibliográficas: RIBEIRO, Fernando Carlos Araujo; Ribeiro, F. C. A.; RIBEIRO, F; RIBEIRO, FERNANDO CARLOS ARAÚJO; Fernado Carlos Araújo Ribeiro; RIBEIRO, FERNANDO C. A.

Status: TITULADO - Turma: 2012-1

Área de Concentração: RADIOECOLOGIA
Orientadora: DEJANIRA DA COSTA LAURIA

Tese: ISÓTOPOS RADIOATIVOS EM SOLOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: VALORES DE REFERÊNCIA, DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL E CORRELAÇÃO COM FATORES AMBIENTAIS

Revisor: Daniel Alexandre Baptista Bonifácio

Banca Examinadora: Dejanira da Costa Lauria (IRD/CNEN) - Alfredo Bellido (Instituto de Química/UFF) - Edson Ramos de Andrade (IRD) - Mônica Aquino Pires do Rio (IRD/CNEN) - Daniel Alexandre Baptista Bonifácio (IRD/CNEN) - Dr. Tadeu Augusto Silva (IRD/CNEN)

Resumo: No estado do Rio de Janeiro são atualmente desempenhadas duas importantes etapas da geração de energia termonuclear e a extração e processamento de monazita, contendo urânio e tório associado. Além disto, fertilizantes fosfatados, que contém radionuclídeos naturais, são intensivamente utilizados nas atividades agrícolas do estado. Para se determinar os valores de referência de qualidade de 40K, 226Ra, 228Ra e 137Cs, avaliar a distribuição geográfica e a dose externa a que a população está potencialmente exposta, duzentas e sessenta e três amostras superficiais foram coletadas em solos de áreas de mínimo impacto antrópico em todo o estado do Rio de Janeiro, representando as principais classes de solos e tipos geológicos e analisadas por espectrometria gama. As concentrações dos radionuclídeos naturais estão dentro da faixa de valores reportadas como de ocorrência natural no mundo. A concentração de atividade variou entre 12 e 1029 Bq kg-1 para 40K (média geométrica 111 Bq kg-1), de 3,5 a 100 Bq kg-1 para 226Ra (média geométrica 30 Bq kg-1) e de 5,4 a 314 Bq kg-1 para 228Ra (média geométrica 67 Bq kg-1). Solos de origem ígnea e metamórfica (Neossolo Litólico e Cambissolo) apresentaram as maiores concentrações, sendo as menores encontradas no Espodossolo, de origem sedimentar. As menores concentrações de 226Ra foram observadas em solos ocorrendo sobre rocha com alto grau de metamorfismo (granulito). Os valores de referência de qualidade (VRQ) foram calculados de acordo com a legislação brasileira nos percentis 75 e 90. Comparando os VRQs calculados para cada classe de solo, diferenças substanciais foram encontradas. Os resultados destacam a restrição de se adotar o percentil 75 e um valor único para todas as classes de solo, em conjunto. Portanto, são sugeridos VRQs para os radionuclídeos baseados no percentil 90 e para cada classe de solo, individualmente. As concentrações em atividade de 137Cs são compatíveis com os baixos valores esperados para o hemisfério sul e variaram entre <0,2 e 4,23 Bq kg-1, sendo 86% dos resultados inferiores à concentração mínima detectável. O VRQ para 137Cs foi estimado em 1,44 Bq kg-1 (percentil 75) e 1,78 Bq kg-1 (percentil 90), considerando o ano de 2015. As análises estatísticas mostraram que as concentrações de atividade de 137Cs tendem a ser mais elevadas em solos com altos teores de matéria orgânica e argila. Não foi observada influência do índice pluviométrico para a concentração do 137Cs. Devido à alta sorção de Ra em argila e matéria orgânica, solos com altos teores destes dois parâmetros apresentaram também as maiores concentrações dos isótopos de rádio. Solos ácidos também apresentaram elevados teores de rádio, salientado a necessidade de maiores investigações para explicar tal comportamento. Os mapas de distribuição mostram a distribuição de 40K praticamente homogênea, enquanto parte da região do Médio Vale do Paraíba apresentou as maiores concentrações de 226Ra e 228Ra. A taxa de dose externa devido aos radionuclídeos naturais no solo variou entre 5 e 217 nGy h-1, com média e mediana respectivamente 67 e 62 nGy h-1. De um modo geral, os níveis de exposição externa indicam o estado com área de radioatividade natural (background) normal.


Curriculo Lattes

MAURO WILSON OLIVEIRA DA SILVA
Status: ATIVO - Turma: 2012-1

Área de Concentração: FÍSICA MÉDICA
Orientadora: LUCÍA VIVIANA CANEVARO


Curriculo Lattes

RONALDO LINS DA SILVA
Status: ATIVO - Turma: 2012-1

Área de Concentração: METROLOGIA
Orientador: JOSÉ UBIRATAN DELGADO


Curriculo Lattes

VALESKA PERES DE ARAÚJO
Status: ATIVO - Turma: 2012-1

Área de Concentração: RADIOECOLOGIA
Orientadora: MARIZA RAMALHO FRANKLIN






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